O ANO SANTO DA MISERICÓRDIA - Perspectivas Franciscanas - 11



Continuação das citações das Fontes Franciscanas sobre a misericórdia:

“E nisto quero reconhecer se tu amas o Senhor e a mim, servo dele e teu, se fizeres isto: não haja no mundo irmão que pecar, o quanto puder pecar, que, após ter visto teus olhos, nunca se afaste sem a tua misericórdia, caso buscar misericórdia. Se não buscar misericórdia, pergunta-lhe se quer obter misericórdia. E se depois ele pecar mil vezes diante de teus olhos, ama-o mais do que a mim para trazê-lo ao Senhor; e tenha sempre misericórdia desses irmãos” ( Carta ao Ministro 9-11 ).

“E todos os irmãos que souberem que ele pecou não lhe causem vergonha nem detração, mas tenham para com ele grande misericórdia e mantenham muito oculto o pecado de seu irmão; pois não são os que tem as´de que necessitam de médico, mas os doentes. (....) E o custódio trate-o misericordiosamente, como ele próprio gostaria de ser tratado, se estivesse em situação semelhante” ( Carta ao Ministro 15. 17 ).

“Os ministros, no entanto, se são presbíteros, com misericórdia lhes imponham a penitência” ( Rb 7,2).

“Aqueles que receberam o poder de julgar os outros exerçam o julgamento com misericórdia, como eles próprios gostariam de obter do Senhor a misericórdia. Pois, julgamento sem misericórdia terão os que não fizerem misericórdia. Tenhamos igualmente caridade e humildade; pratiquemos a esmola, porque ela lava as almas das imundícies dos pecados. Pois os homens perdem tudo o que deixam neste mundo; levam, porém, consigo o fruto da caridade e as esmolas que praticaram, pelas quais terão do Senhor o prêmio e a digna remuneração”( 2 Carta aos Fiéis 28 – 31 ).

“Aquele a quem foi confiada a obediência e que é tido como maior seja o menor e servo dos outros irmãos. E faça e tenha misericórdia para com cada um dos irmãos, como gostaria que se lhe fizesse, se estivesse em caso semelhante. Não se ire contra o irmão por causa do pecado dele, mas, com toda a paciência e humildade, admoeste-o e benignamente o apoie”  (2 Carta aos Fiéis 42 ).

Continua

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